Olha o puta comercial da Claro! Ele passa na tv mas bem mais simplificado!
P! que me mandou. Fiz questão de colocar aqui.
Olha o puta comercial da Claro! Ele passa na tv mas bem mais simplificado!
P! que me mandou. Fiz questão de colocar aqui.
Esses dias a srta Patty Maionese me deu um puta susto: ao entrar no seu blog vejo a mensagem de que ele não existe mais.
Foi só um alarme falso e ele já voltou ao ar.
E eu juro que morro de vontade de comprar os artesanatos dela, só falta o cash... Acho que vou vender o corpo...

Sem nenhuma escrúpulo ou vergonha, eu irei claramente copiar o post de fim de ano de um outro blog que eu conheço (mas que não vou contar para ninguém qual é para não perder a graça).
20 MÚSICAS QUE ME FIZERAM A CABEÇA EM 2008:
10 FILMES QUE MAIS GOSTEI
Dias passam mas a angustia continua. Talvez a angustia de Sartre, já nem sei. mas acho que na verdade é uma angustia de querer viver. Querer ter boas histórias para contar, querer aproveitar um tempo que não volta mais. Final, os dias estão se passando, faster and faster, e pareço nada fazer.
Correr, fugir, escapar. Mas de quem? De mim.
Eu quero um amor, eu quero uma cor, eu quero uma dor. Um amor para ter para mim, uma cor para ter em mim e uma dor para ser em mim.
Copos de Whisky parecem funcionarem melhor que Freud.
Até que ponto eu sou eu e não os outros? Será que minha preferência por Alpha-M é minha ou de outrém? Minha paixão por blues é de quem? perguntas sem resposta. Apenas servem para ser ditas em uma mesa de um bar qualquer.
Devo ir a um bar hoje. Estou blue. Tudoposso naquele que me embriaga.
Perdi sonhos de criança, ganhei sonhos de adulto. Ontem queria lua, hoje quero teto. Anteontem queria estrela, amanhã vou querer cama.
Os castrados vivem cerca de 13 anos a mais que os homens mais afortunados. E, como grupo, as freiras vivem mais do que todos. Já eu espero chegar, no máximo, aos 50 anos.
Ainda não decidi se quero ser poeta ou puta. Poeta pensa e não fode. Puta fode mas não pensa. E eu?
Por que a maioria do povo bonito é burro? Chega a dar raiva porque você sabe que nem adianta ir lá bater um papo legal, tentar ao menos. Energia disperdiçada a toa. As vezes é melhor ficar no conforto do seu lar.
Estou lendo O retrato de Dorian Gray. E depois vou ler Cem anos de solidão.
Quero ir para Londres. E para Paris. E logo.
“Já me estão a cansar… parem lá com a mania de que digo muitos palavrões, caralho! Gosto de palavrões! Como gosto de palavras em geral. Acho-os indispensáveis a quem tenha necessidade de dialogar… mas dialogar com caracter! O que se não deve é aplicar um bom palavrão fora do contexto, quando bem aplicado é como uma narrativa aberta, eu pessoalmente encaro-os na perspectiva literária! Quando se usam palavrões sem ser com o sentido concreto que têm, é como se estivéssemos a desinfectá-los, a torná-los decentes, a recuperá-los para o convívio familiar. Quando um palavrão é usado literalmente, é repugnante. (…)
(…) Se há palavras realmente repugnantes, são as decentes como ‘vagina’, ‘prepúcio’, ‘glande’, ‘vulva’ e ‘escroto’. São palavrões precisamente porque são demasiadamente inequívocos… para dizer que uma localidade fica fora de mão, não se pode dizer que ‘fica na vagina da mãe’ ou ‘no ânus de Judas’. Todas as palavras eruditas soam mais porcas que as populares e dão menos jeito! Quem é que se atreve a propor expressões latinas como ‘fellatio’ e ‘cunnilingus’? Tira a vontade a qualquer um! Da mesma maneira, ‘masturbação’ é pesado e maçudo, prestando-se pouco ao diálogo, enquanto o equivalente popular ‘esgalhar um pessegueiro’, com a ressonância inocente que tem, de um treta que se faz com o punho, é agradavelmente infantil. Os palavrões são palavras multifacetadas, muito mais prestáveis e jeitosas do que parecem. É preciso é imaginação na entoação que se lhes dá. Eu faço o que posso.”
(Miguel Esteves Cardoso)